Infância e Juventude

A aplicação dos gastos governamentais em Educação na pauta dos veículos impressos brasileiros

Um dos recursos mais importantes para a contextualização da cobertura de questões orçamentárias diz respeito à menção de indicadores que permitam não apenas demonstrar a aplicação dos recursos públicos, como também comparar diferentes gastos efetuados pelos governos. De acordo com pesquisa que analisou matérias sobre Orçamento e Educação publicados em 61 jornais e 4 revistas brasileiros ao longo de 2006, pouco mais de 50% dos textos que enfocam a questão traz algum tipo de indicador.

Os temas mais abordados na cobertura latino-americana sobre Infância e Adolescência

A pesquisa Direitos, Infância e Agenda Pública mostra um aumento de 11,16% na quantidade de matérias sobre infância e adolescência nos jornais de 12 países latino-americanos no período entre 2005 e 2007. Apesar dos avanços numéricos, o estudo detectou uma estabilidade em relação aos temas abordados desde 2005.

A presença dos Conselhos Tutelares e de Direitos na imprensa brasileira

A radiografia da cobertura da mídia impressa sobre a presença dos conselhos na imprensa brasileira evidenciou que, de forma geral, estes colegiados são pouco consultados pela imprensa. Pesquisa realizada pela ANDI no ano de 2003 mostra que eles são mencionados em apenas 3% do total de 115.149 matérias sobre infância e adolescência publicadas em 54 jornais de todo o país.

Projeto de Lei - SINASE

Na comemoração dos 16 anos de implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e o Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente apresentaram o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - SINASE, fruto de uma construção coletiva que envolveu diversas áreas de governo, representantes de entidades e especialistas na área nos últimos anos. Além disto, um longo debate foi desencadeado no país em encontros regionais com os operadores do Sistema de Garantia de Direitos.

Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil

O Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil foi elaborado em junho de 2000, durante o Encontro Nacional ocorrido em Natal (RN). O Plano consolida o processo no qual foram definidos por meio de consensos entre diferentes setores e segmentos, as diretrizes gerais para uma política pública de enfrentamento à violência sexual infanto-juvenil.

Carta Aberta

BRASIL, 3 de março de 2011.

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS PELO NÃO ESTABELECIMENTO DE COMISSÃO ESPECIAL PARA O TRÂMITE DO NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (PNE)

Redes

Nos últimos anos, o bem-sucedido modelo da ANDI de mídia para o desenvolvimento vem sendo reconhecido como uma “tecnologia social” – ou seja, uma iniciativa que inclui produtos, técnicas e/ou metodologias passíveis de serem reproduzidos, que foram desenvolvidos em interação estreita com comunidades e que se constituem em soluções eficazes de transformação social. Atualmente, no que se refere ao trabalho na área da infância e da juventude, a “tecnologia ANDI” está sendo reproduzida e ampliada através da Rede ANDI Brasil e da Red ANDI América Latina.

Qualificação

A complexidade e diversidade das agendas relacionadas à infância e juventude, assim como daquelas subjacentes aos demais aspectos do desenvolvimento humano sustentável, exigem grande capacidade do profissional de comunicação para fornecer à sociedade informações contextualizadas e dignas de crédito, priorizar agendas para o debate na esfera pública e fiscalizar as autoridades governamentais e as políticas que implementam.