Infância e Juventude

Nota pública: Direitos das crianças e adolescentes, Classificação Indicativa e liberdade artística

Diante das recentes manifestações que atentam contra a livre expressão artística, ocorridas em diversas regiões do país e tendo como alvo museus, teatros e exposições de artes, as instituições que subscrevem esta nota entendem que a sociedade brasileira não pode se curvar diante de pressões arbitrárias incensadas por alguns poucos grupos radicais, refratários aos princípios que organizam a convivência democrática.

III Encontro Internacional sobre o uso de tecnologias por crianças e adolescentes

Qual a idade para crianças iniciarem suas atividades online? Qual o tempo de uso para jogos de videogames entre adolescentes? Quais as repercussões no desenvolvimento mental e nos comportamentos de crianças e adolescentes que acessam as redes sociais? Internet faz mal à saúde? Como se proteger de vírus e desafios perigosos online e off-line? Quais as principais ações para prevenir a dependência das tecnologias digitais?

Banco Mundial: América Latina ampliou educação, mas população pobre ainda tem menos oportunidades

Na América Latina e Caribe, apenas 50% das crianças de três anos de idade oriundas dos 20% mais pobres está na escola. No caso dos meninos e meninas que fazem parte dos 20% mais ricos, a taxa sobe para 90%. Em faixas etárias mais avançadas, disparidades também podem ser observadas. Em média, apenas 20% dos adultos de 21 anos de idade estão na escola. Todavia, entre os 20% mais ricos, o índice chega a 60%. Dados são de uma nova análise do Banco Mundial sobre acesso a educação

Crianças representam 51% de refugiados; especialistas da ONU pedem mais proteção

Muitas crianças atualmente sofrem exploração sexual e trabalhista em meio a ações “ineficazes” de países em todo o mundo. Ao final de 2015, 28 milhões de crianças haviam sido deslocadas pela violência e por conflitos – das quais 17 milhões haviam sido deslocadas internamente, 1 milhão eram requerentes de asilo e 10 milhões refugiadas

Mais de 8 mil crianças foram mortas ou mutiladas em conflitos armados em 2016, diz ONU

Crianças de países como Afeganistão, República Democrática do Congo, Iraque, Somália, Sudão do Sul, Síria e Iêmen sofreram um nível alarmante de violações durante conflitos no ano passado, com ao menos 4 mil violações cometidas por forças governamentais e mais de 11,5 mil por grupos armados não estatais