Carregando o estigma de ser a escola do Plano Piloto para onde são enviados alunos com comportamentos violentos, o Gisno enfrenta o desafio de recuperar a autoestima dos estudantes e dos educadores
Uma semana após o massacre na Raul Brasil em Suzano, a dor e o choque da tragédia pedem atenção e cuidados. Como lidar com o trauma após um episódio de tamanha violência?
Psicóloga defende presença de profissionais nas escolas e diz: 'Já passou da hora de se discutir o tema. O que deve ser discutido agora é a quantidade de profissionais para cada escola'; estudantes mostram preocupação sobre o assunto
A exposição aos noticiários violentos, de acordo com Peña, pode fazer com que crianças deixem de se sentir protegidas e desenvolvam sintomas como insegurança de sair à rua, de ir à escola e de ficar sozinhas. “A violência hoje em dia está muito mais próxima”, conta a pesquisadora Luciana de La Peña
As escolas serão responsáveis por promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, especialmente o bullying. A nova legislação alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)
Levantamento aponta aumento de 17% do número de registros na rede em 2017. Os registros de bullying são feitos por meio do ROE (Registro de Ocorrências Escolares), espécie de boletim de ocorrência escolar. Até o ano passado, mais de 52 mil profissionais passaram por formações ligadas ao tema
Estado não possui estatísticas oficiais sobre agressões a docentes, mas relatos se multiplicam. Dependendo da situação, professor pode ser remanejado de turno ou de estabelecimento, passar por acompanhamento psicológico e participar de mediações