Saúde

A gente tem a ver com isto: a Psicologia e sua interface com os direitos das crianças e dos adolescentes

A cartilha "A gente tem a ver com isto: a Psicologia e sua interface com os direitos das crianças e dos adolescentes", integra a série "Comunicação Popular" do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, e aborda temas como: o afeto e a educação, direito à sexualidade, direito a uma vida, direito a não ser humilhado, direito a sair das drogas, direito a uma nova chance, direito a participar.

Medicalizar não é a solução: a Psicologia e sua interface com a medicalização

A cartilha "Medicalizar não é a solução: a Psicologia e sua interface com a medicalização", integra a série "Comunicação Popular" do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, e aborda temas como: medicalização da vida, medicalização na escola, medicalização no trabalho e medicalização do comportamento.

Para baixar os outros volumes da série acesse:
http://www.crpsp.org.br/…/comunicacao/cartilhas/default.aspx

Boa leitura!

Epidemia pelo Zika vírus e mortalidade infantil em populações tradicionais são temas de Seminário sobre Saúde e Primeira Infância, no Rio de Janeiro

O Grupo de Trabalho sobre Saúde da Rede Nacional Primeira Infância convida para o II Seminário Nacional Saúde e Primeira Infância, com o tema “O desafio do cuidado integral das crianças brasileiras e a conjuntura atual: da garantia à vida ao seu pleno desenvolvimento”. O evento acontecerá no dia 29 de março, no Rio de Janeiro, e é voltado para profissionais que lidam com crianças pequenas e famílias. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link: https://goo.gl/Olus9b

FAO: América Latina e Caribe estão no caminho para acabar com a fome e a pobreza

Diretor-geral da agência da ONU destacou compromisso político da região como o principal fator que permitirá à região alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Em 1990, 14,7% da população da América Latina e Caribe vivia com fome e mais de 66 milhões de pessoas eram incapazes de obter os alimentos necessários para uma vida saudável. Hoje, o número total de famintos caiu para 34 milhões e a porcentagem foi reduzida para 5%, mesmo em meio ao crescimento populacional.