Começa, em toda a América Latina, campanha para evitar que meninas entre 10 e 14 anos, quase sempre vítimas de estupro incestuoso, sejam mães sem desejar. São 26 mil casos por ano, no Brasil
Sem o rápido progresso para a igualdade de gênero e ações reais para acabar com a discriminação contra mulheres e meninas, a comunidade global não será capaz de manter a promessa de “não deixar ninguém para trás” no caminho para pôr fim à pobreza, proteger o planeta e avançar na prosperidade até 2030
“Queremos que as mulheres deem à luz em um ambiente seguro, com profissionais qualificados e em unidades bem equipadas. No entanto, a crescente ‘medicalização’ de processos normais de parto estão minando a capacidade das mulheres de dar à luz, e afetando negativamente sua experiência de parto”, disse Nothemba Simelela, diretora-geral assistente para família, mulheres, crianças e adolescentes da OMS
Crianças e adolescentes na África, na Ásia, na América Latina e em partes do Leste e Sul europeu não têm acesso apropriado nem mesmo a medicamentos essenciais e cuidados especializados
Segundo relatório das Nações Unidas, os 47 países mais vulneráveis do mundo estão no caminho certo para democratizar internet, com 60% dessa população já alcançando os serviços de Internet essenciais para reduzir a pobreza e melhorar o acesso à saúde, por exemplo
Segundo dados do Unicef, em 2016 morreram cerca de 2,6 mil crianças por dia durante as primeiras 24 horas de vida. A maioria desse total está relacionada a causas evitáveis, como nascimentos prematuros, complicações durante o parto e infecções como pneumonia
São os jovens de 15 a 29 anos, negros, moradores das periferias e das áreas metropolitanas dos grandes centros urbanos, as maiores vítimas da violência
Iniciativa conjunta do Instituto Liberta com a Childhood Brasil, Fundação Abrinq, Plan International e Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente foca no comportamento masculino para combater o problema
Atualmente, 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com deficiência. Em pronunciamento no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, lembrado no dia 3 de dezembro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que esse público permanece, “com demasiada frequência”, excluído da concepção, do planejamento e da implementação de políticas que têm impacto em suas vidas